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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Para a Pilar, a meia leca mais linda que o Sol

A última vez que contigo festejei este dia fez hoje 3 anos, estavamos no Algarve, proporcionei-te ou pelo menos tentei o melhor dia que consegui.
Estavas contente e alegre com a tua téréré!
E se tu estavas contente eu também estava!
Fazes-me falta minha melga linda, PARABÉNS!
Não te vejo à mais de um ano e tenho muitas saudades tuas que tento guardar de forma desajeitada no meu coração e hoje permiti-me chorar e ficar triste com isso.
Chorei...
por não te puder abraçar
por não puder ver a tua alegria
por não puder estar contigo
por não ter conseguido falar contigo
Sei que não me esqueçes, sei também que se calhar quando fores grande guardarás de mim uma lembrança carinhosa, no entanto hoje eu só queria que fizesses parte da minha vida, que me sorrisses como tantas outras vezes fizeste!
Não me deixam , não me deixo!
Não impedem mas não facilitam!
Acabei por achar que talves fosse melhor assim
Mas para que nunca mas nunca duvides que estas sempre no meu coração minha meia leca cor de rosa mai linda que o sol aqui fica o meu desejo que a felicidade do mundo te chegue toda, que nunca precises de ficar triste e que sonhes, sonhes muito pois o mundo fica de outra cor quando sonhamos e quando eu for velhinha ajuda-me a sonhar, pois parece que ao longo do caminho me fui esquecendo de como isso se faz!
Até sempre filha minha não de sangue mas de coração!

sábado, 14 de agosto de 2010

Nostalgia

Saber-te comigo e ao mesmo tempo fisicamente distante, esta a tarzer-me algum sentimento de nostalgia quase a rondar a solidão.
Deve haver alguma razão para tanto desencontro
Tudo isto deve ter uma razão para acontecer
Nada mais posso fazer se não aguardar...entretanto vou andando agarrada ao telele qual teenager à espera da próxima sms..

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Um amor antigo...

De uma forma geral todas as pessoas amam nem que seja uma vez na vida, não significa no entanto que consigam viver esse amor.

Hoje reencontrei um grande amor feito de desencontros, foi com espanto que constatei que o sentimento nunca morreu.

Este amor de que eu falo aconteceu na minha vida ai pelos meus 19 , 20 anos, era um amigo querido que virou namorado, não me orgulho de dizer que o troquei pelo seu maior amigo achando que estava a fazer o que o meu coração mandava na altura e na realidade até estava.

Ao longo dos 9 anos que durou a minha relação nada pouco ou nada soube desta pessoas que respeitando a minha decisão se afastou dando-me espaço para ser feliz com a minha escolha.

Quando esta minha relação chegou ao fim, talves de forma egoista entrei em contacto com ele, acho que nessa altura precisava de alguem que me acarinhasse , me elogiasse e o que tive foi muito mais que isso, foi alguem que 9 anos passados olhou para mim com um carinho tremendo nos olhos e me disse..." à 9 anos que espero este telefone...queria dizer-te que te amo..", ali se iniciou um novo relacionamento entre nós os dois, desta vez com algumas circunstancias diferentes pois ele tinha um relacionamento do quela estava a ter dificuldades em sair, durou uns meses esta situação que acabou por me desgastar e no dia que ele me disse estou livre eu respondi..agora é tarde...mais uma vez nos separamos, desta vez para estarmos mais 10 anos sem nada saber um do outro.

Em Julho de 2008 curiosamente após um novo terminar de um relacionamento meu ele aparece sob a forma de sms, encontramos-nos uma unica vez, de novo vi o amor no seu olhar, ele disse-me que tinha um relacionamento e eu percebi que não era feliz, com medo, por pura cobardia não dei nem mais um passo na sua direcçaõ, ocasionalmente trocavamos sms , foi assim que soube que ia ter um filho e aqui fui eu que me afastei de vez.

Hoje ele reapareceu, tem um filho saudavel e vive com a mãe do filho e na segunda sms que me amndou deixou transparecer todo o grande sentimento que por mim tem, fez-me sonhar, pediu para me ver, diz que quer estar comigo, perguntei-lhe onde isso nos levaria, respondeu..." onde o coração nos mandar..", perante tamanha grandiosidade não consegui dizer não a um reencontro, alias quero este reencontro..

Que partidas nos prega esta vida que nos faz tropeçar um no outro , mas nunca quando estamos livres...é uma filha da putice...

quarta-feira, 10 de junho de 2009

A medida...

...que a hora de partida se aproxima o nó que sinto na garganta aumenta...

terça-feira, 21 de abril de 2009

Hoje...

permiti-me chorar na tua campa, nunca o tinha feito, mas hoje as emoções estavam um turbilhão dentro de mim e fui lá, apetecia-me estar contigo, e chorei como tantas outras vezes fiz no teu colo, só que hoje não senti a tua mão no meu cabelo, hoje não ouvi a tua voz , hoje era só eu e a lápide, hoje fiz de uma lapide no cemitério a minha confidente, contei-lhe as minhas mágoas e desgostos, contei-lhe o que não consigo contar a quem me pergunta se estou bem, se ando bem.
Contei-lhe como me magoam as pessoas que nã acreditam em mim
contei-lhe como me magoam os "amigos" que sempre dizem estou aqui para ti mas ao longo dos dias e semanas não têm um bocadinho para simplesmente perguntar se esta tudo bem... é certo que lhes iria mentir mas teria sabido bem ouvir
Contei-lhe sobre as minhas duvidas e incertezas sobe os tempos que estão para vir..
Basicamente falei com ela como se fosses tu, mass faltou-me ouvir a tua voz, faltaste-me lá tu..

domingo, 15 de março de 2009

sábado, 27 de dezembro de 2008

Natal quer dizer nascimento...

É tradição chamar-se Natal ao dia 25 de Dezembro porque nesse dia nasceu Jesus Cristo, para uns é o filho de Deus, para outros é apenas um Homem, mas de qualquer maneira é um homem bom... assim começa um disco que ouvi vezes sem conta durante a minha infância na altura do Natal. Hoje passados mais de 30 anos desde que o ouvi pela primeira vez continuo a sentir-me emocionada, não só pelas musicas e pelas mensagens que trazem associadas , mas também porque ele me leva de volta a uma altura em que o Natal era celebrado em casa dos meus avós com a familia presente. Hoje grande parte dessa familia já não se encontra entre nós, mas continuam vivos dentro do nosso coração, não é a mesma coisa é certo, mas é algo a que nos podemos agarrar e recordar.
O meu Natal foi passado aqui em casa, foi um bom natal, reinou a harmonia, no entanto não pude deixar de sentir a fala de ti, de ti e de ti, se algum dos tis ler esta entrada eu sei que saberão que me refiro a eles!

sexta-feira, 11 de abril de 2008

A pequena vendedora de fósforos


O olfato tem destas coisas, rapidamente consegue transportar-nos muitos anos atrás, quando, sentada na sala de estar em casa da inha avó, num mãgnifico sofá verde eu me perdia num livro de histórias de encantar. esse livro era o primeiro de uma coleção de 4, era o que eu mais lia, disso tem marcas, com a capa a querer descolar-se.
Esses livros moram agora em minha casa e têm um lugar de destaque na minha estante.
Peguei nele à minutos e o cheiro que emanou quando o abri é incnfundivel, cheira à casa da minha avó, da minha querida avó, não pude deixar de pensar nela, não pude deixar de deixar correr uma lagrima, não consgui não sentir saudades.
Amo-te tanto avó, mas tanto que tenho fingido que foste viajar e que mais tarde ou mais cedo vais regressar. Não é verdade!
Não mais vou puder deitar a cabeça no teu colo para tu mexeres no meu cabelo.
Não mais vou poder pedir-te que me coces os pés!
Não mais vou comer a tua comidinha, tu cozinhavas tão bem avó!
Não mais vou poder dizer o qu sinto e ouvir-te dizer: deixa lá filha isso passa!
Não mais vou ver a tua cara a espreitar do segundo andar onde moravas quando eu batia à porta, mesmo sabendo que era eu ( pois só eu batia na porta daquela maneira não era avó?) lá estavas tu espreitando e sorrindo para mim!
Não mais!
A morte como nós a conhecemos é tão definitiva avó!
Por vezes visitas-me em sonhos, mas ainda não falaste comigo, porquê avó?
A página onde o livro se abriu tem uma pequena história, curiosamente fala de uma neta e de uma avó e da última noite de um ano, não poderia ser mais apropriado , aqui fica a história

A pequena vendedora de fósforos ( joão Cristiano andersen)

Na última noite do ano, uma peuena vendedora de fósforos estava sentada na neve.
Estava com os pés nus, enregelados do frio e o seu delicado corpinho tremia, constantemente agitado por calafrios martirizantes. Não tinha coragem de voltar para casa, porque não havia conseguido vender nem uma caixinha de fósforos e o pai a castigaria; e também porue, lá, em sua choça, cheia de buracos, não estaria, com certeza, mais quente do que na rua. para se aquecer, acendeu um fósfor e, mal brilhou a efemera chama, a pequena por artes mágicas, viu-se ante uma estufa, que a reanimou com o seu calor. Pouco depois, porem, o fosforo se apagou, a estufa desapareceu e a menina ficou novamente à mercê da neve. Acendeu outro, em seguida, e a parede à qual se recostava tornou-se transparente e a menina viu-se num aposento bem fechado, com uma grande mesa preparada ao centro e sobre a qual se via um pato assadop, coberto de loiras batatas. quando, porém, ela estendeu as mãos, avidamente, para aquela dádiva divina, o fósforo apagou-se, a visão desapareceu e, em seu lugar, viu-s de novo a desnuda parede.
Riscou um terceiro fósforo e , derrepente, viu-se a garota sentada em baixo d uma árvore de natal, sobre a qual luziam mil velas. Mas, apenas ergueu as mãos, o terceiro fósforo apagou-se e as velas foram subindo cada vez mais alto até até que se confundiram com as estrelas. E a árvore desapareceu na noite. Acendeu um quarto fósforoe, então surgiu uma grande claridade, no meio da qual se achava a sua vovozinha morta, que lhe sorria docemente. a menina a ela se dirigiu suplicante:
- Oh, avózinha , leva-me contigo! leva-me depressa, porque, assim que se apagar o fósforo, terás desaparecido també, como desapareceram a estufa, o pato e a árvore de natal.
E, para que a sua avózinha não sumisse, foi acendendo fósforos uns depois dos outros, gastando uma caixa inteira.
A avó, então, tomou a netinha nos braços e carregou-a para o alto, para bem lá no alto, onde não há frio, nem fome, nem sofrimentos.
Na manhã seguinte, foi encontrado o corpo inanimado de uma pequena vendedora de fósforos, ue tinha, durante a noite, morrido de frio....

Eu também acenderia todos os fosforos do mundo se isso te fizesse estar ao pé de mim...

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Para ti meu querido, vai hoje o meu pensamento...

Para ti meu querido avô vai hoje o meu pensamento, partiste à precisamente 3 anos, deixaste saudade e um vazio dificil de preencher. Amo-te demasiado para te deixar partir de dentro de mim, quero-te aqui, quero ouvir-te chamar-me "..a tua sandrinha.." como tão carinhosamente me tratavas, quero ver o teu sorriso aberto quando olhavas para nós, quero ver-te zangado quando alguem falava mal do partido, quero-te, mas agora só posso ter-te em pensamento.
Estarás agora acompanhado por quem toda a vida te fez companhia, espero que estejas bem, espero que ela esteja bem, sei que contnuas a olhar por mim, ganhei duas estrelinhas a velarem pelo meu bem-estar, mas não leves a mal, preferia ter aqui essas estrelas ...
Como não consigo encontrar em português uma frase que traduza o que quero dizer por úlrimo aqui fica em jeito de espedida.. we will meet again..

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Os cantores....da minha terra!


Zé Pinho,
Saudades de te ouvir amigo!
Ontem por uma frase que me disseram veio-me à memoria uma canção que
cantavas muito naquele repertório que todos conheciamos tão bem !
Aqui fica a letra , pois a musica essa ainda não a achei aqui pela net!

Em trovador me tornei
se a voz do povo me chama eu com ela cantarei

Em trovador me tornei
áo dobrar a Taprobana
destes caminhos que andei

Do sangue se faz a trova
trova que é gosto da vida
e junto à morte se prova

Deixei a paz destes rios com o meu povo eu embarquei
e fui à guerra e voltei
à triste paz destes rios
de minha pátria não sei
perdeu-se em velhos navios

Já vi homens que morriam
por qualquer coisa que amavam
já vi homens que cantavam e assim cantando morriam
já vi homens que matavam
por razões que não sabiam

Vi grandes senhores e gente
que não tem nenhum favor
vi sempre o fardo da dor
às costas da pobre gente
nem minha trova dá flor se tal mundo se consente

Não venho matar o rei
nem eu sou nenhum Buíça
com trovas entro na liça
não tenho as armas do rei
canto a favor da justiça
em trovador me tornei

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

A morte...


" A morte não acaba com a vida de quem se foi, na realidade a morte mata quem continua vivo e fica aqui sofrendo e chorando por quem se foi." (Thaís Moura - 91)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Saudade...

A casa da saudade chama-se memória: é uma cabana pequenina a um canto do coração....